Ocasal Carla Burin e Gustavo Xavier, que também tem jaqueiras na sua propriedade rural no Distrito Federal, viu na “carne” de jaca uma excelente oportunidade econômica. Com a assessoria crucial do Sebrae/DF, o casal seguiu todos os processos, conquistou o selo orgânico anos atrás e passou a fabricar uma linha com seis alimentos (com e sem jaca), portanto, orgânicos e ainda 100% veganos. Conheci eles no estande compartilhado do Sebrae na Bio Brazil Fair, Biofach América Latina e Naturaltech 2022. A feira foi realizada na semana passada na capital paulista. “A entrada nesse mercado de alimentação orgânica e vegana também foi para evitar o desperdício da jaca e estamos contentes”, disse Carla ao QUE GOSTOSO!. “Usamos nossas jacas e também compramos de terceiros, igualmente certificados com o selo orgânico”, emendou ela. Com a marca Fazenda Burin, o casal criou uma linha com quatro produtos à base de “carne” de jaca: coxinha, feita com massa de mandioca e recheio temperado; lombo, produzido com o miolo do fruto verde cozido e temperado pronto para assar; desfiada, preparado com a fibra do fruto verde cozido e desfiado, não leva tempero; e bolinho de jacalhau, à base de mandioca, batata doce e jaca verde temperado com alga. Há ainda dois outros produtos, sem jaca: kibbeh vegetal, feito à base de batata doce, triguilho e tempero sírio; e pão de beijo, produzido com batata doce e polvilho. No estande provei uma coxinha de jaca frita na air fryer. Estava uma delícia: massa macia e “carne” de jaca bem temperada. Que gostooooooso!

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